| Nutrição Toque de Cereja

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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

TPM e alimentação

Durante o período pré-menstrual, as mulheres sofrem várias alterações hormonais, levando a  retenção de líquidos, irritabilidade, cólicas e obstipação. A alimentação pode influenciar e amenizar esse tipo de problema. Para isso aumente a ingestão de alimentos diuréticos (abacaxi, melancia, maracujá, salsa, hortelã, gengibre, canela e erva doce). Evite alimentos ricos em sal e açucaradas ( doces em gerais , chocolates, embutidos, frios, enlatados, salgadinhos  e entre outros). Os doces aumentam a serotonina  " hormônio do prazer" a falta dele causa  angústia e  grande ansiedade. O consumo de alimentos açucarados causa alívio imediato, mas cerca de uns 40 minutos após a ingestão, começa a  cair drasticamente o nível de serotonina, fazendo a pessoa a passar ingerir mais alimentos ricos em açúcar, levando ao aumento de peso e de culpa. Alimentos estimulantes, café, chá mate, chá preto, guaraná, podem causar insônia, irritabilidade e dores de cabeça.
Aumente o consumo de leites desnatados e derivados e vegetais verdes escuros,  são fontes de cálcio e magnésio que ajudam a diminuir as (cólicas) e o nervosismo. O consumo de alimentos fontes de vitamina B6 como arroz integral, gérmem de trigo, aveia, amendoim, e nozes pode auxiliar contra enjôo, dores de cabeça, e irritabilidade, e uma ingestão pequena de carboidratos. Faça refeições a cada a 3 horas ajuda no combate dos sintomas da TPM.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Panelas qual a melhor?


Para manter uma alimentação saudável e livre de substâncias tóxicas, não basta nos preocuparmos em selecionar o melhor  tipo de alimento,  precisamos nos preocupar também com os utensílios que utilizamos em seu preparo.



Ferro

Reage com a acidez dos alimentos (Tomate, legumes, feijões), liberando uma quantidade significativa desse mineral. Sendo recomendada em casos de anemia.

Alumínio

Quanto mais nova a panela mais alumínio é liberada para o alimento. Não se deve cozinhar alimentos que contenham enxofre ( couve, brócolis, espinafre) , é contra indicada para frituras.
Para lavá-las evita o uso de esponja de aço. E para diminuir transmissão de alumínio acrescentar sal após o cozimento. Esse tipo de panela está associada ao Mal Alzheimer.


Anti Aderente

Permite a redução da quantidade de óleo usada no preparo das refeições.
Esse material esteve sob suspeita, ainda não confirmada – de ser cancerígenos, especialmente durante o preparo de alimentos com alto teor protéico, como carnes, ovos, ave, peixes e leite.
Nunca leva-la vazia ao fogo queima o revestimento. Quando a panela começar a descascar, ou soltar crostinhas, substitui-las imediatamente. Evitar usos de materiais de metal, esponjas de aço. Para não arranhar esse tipo de material.

Inox

Esse tipo de panela contribuem para a ingestão de ferro e cromo. Mas também são fonte de níquel, um metal tóxico ao organismo humano. Sendo transmissão em baixa quantidade, há pesquisa que não recomendam o seu uso em pessoas com sensibilidade a esse metal. Esse tipo de material pode estar a associado a males como dermatites, alergia, distúrbios renais e hepáticos, infertilidade, câncer, estomatite, gengivites, dores de cabeças.

Esmaltado

Conhecidas como panelas de Ágata, feitas geralmente de ferro ou alumínio esmaltados.
Não é recomendado esse tipo de utensílio fabricados antes da década de 80. O esmalte usado na época pode conter substâncias tóxicas como o chumbo, cádmio e outro metais pesados.

Vidro

Não há liberação de substância tóxicas durante o cozimento.
São frágeis, podendo ser facilmente quebradas. Por esquentar rapidamente, pode acabar queimando o próprio alimento.

sábado, 20 de agosto de 2011

Probióticos e prebióticos na prevenção e no tratamento de doenças em lactentes e crianças

"O leite humano é rico em oligossacarídeos prebióticos e pode conter probióticos. Não existem dados sugerindo que a adição de probióticos a fórmulas para lactentes possa ser prejudicial, mas as evidências de sua eficácia são insuficientes para que seja recomendada. Visto que dados sugerem que a adição de oligossacarídeos prebióticos específicos pode reduzir infecções e atopia em lactentes saudáveis, sua adição parece razoável. Os benefícios a longo prazo dos pro e prebióticos para o sistema imunológico em desenvolvimento ainda precisam ser comprovados. Probióticos selecionados reduzem a duração da diarreia infecciosa em 1 dia, mas faltam evidências quanto à prevenção, exceto na diarreia associada a antibióticos. Alguns probióticos específicos previnem a enterocolite necrosante, e outros micro-organismos podem ser benéficos nos casos de gastrite por Helicobacter pylori e de cólica do lactente. Não há evidências suficientes para recomendar o uso de probióticos na prevenção e no tratamento da dermatite atópica. A utilização de probióticos nos casos de constipação, síndrome do intestino irritável, doença inflamatória intestinal e infecções extraintestinais requer mais estudos.
 
Conclusões: A duração da administração, a dosagem microbiana e as espécies utilizadas necessitam de maior validação, tanto para probióticos quanto para prebióticos. Alegações de saúde injustificadas são uma grande ameaça ao conceito de pro e prebióticos."

Fontes: Jornal Pediatria

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Alimentos mais saudáveis do mundo

Cientistas descobrem como a nicotina actua na perda de apetite


Um dos receios que impede alguns fumadores de deixar de fumar é a possibilidade de ganharem peso depois de o fazerem, isto porque a nicotina tem a propriedade de reduzir o apetite. Uma equipa de cientistas norte-americanos conseguiu descobrir como a nicotina actua nos neurónios implicados nos sinais de apetite.
Os investigadores acreditam que esta descoberta pode ajudar fumadores a deixar de fumar e a evitar que ganhem peso depois, bem como a tratar da obesidade. Os resultados da investigação estão publicados na "Science"

A nicotina activa um pequeno grupo de neurónios do hipotálamo que regulam os sinais do organismo e indicam que já se comeu o suficiente.
Marina Picciotto, da Universidade de Yale (EUA), e cientistas de outras instituições determinaram que um subtipo de receptor da nicotina pode agir enquanto um indivíduo come. Quando a nicotina de conecta a esse receptor, activam-se neurónios específicos desencadeando processos que conduzem à supressão do apetite.
“O hipotálamo é uma área do cérebro que integra sinais precedentes dos intestinos e a da presença de gordura, avisando o cérebro se o corpo necessita de comida ou se já tem calorias suficientes”, explica Mariella De Biasi, do College of Medicine.
A identificação deste receptor “é importante para compreender os mecanismos relacionados com a adição, o peso e o hábito de fumar”, explica a investigadora. Por agora, os resultados referem-se a experiências com ratinhos, mas pode abrir portas à descoberta de medidas terapêuticas para ajudar as pessoas a deixar de fumar sem receio de ganharem peso.

Fonte: Ciência Hoje

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Café diminui risco de câncer de próstata

Pesquisadores publicaram na revista científica The Journal of National Cancer Institute um estudo que avaliou o consumo de café na incidência de câncer de próstata e concluiu que seus compostos bioativos têm efeitos protetores para este tipo de câncer.


A associação entre a ingestão de café e o risco de câncer de próstata foi analisado prospectivamente em 47.911 homens profissionais da área da saúde, durante dez anos. Os dados sobre o consumo de café destes participantes foram avaliados desde o ano de 1986, sendo visitados a cada quatro anos. A incidência de câncer foi acompanhada até 2006 e a ocorrência de metástases e mortalidade acompanhadas até 2008.


Os homens que consumiram seis ou mais xícaras por dia apresentaram menor risco relativo para o câncer de próstata em comparação com os que não consumiam (RR = 0,82, 95% intervalo de confiança [CI] = 0,68-0,98). Essa associação foi mais significativa em relação ao câncer de próstata mais agressivo, pois os consumidores de mais de seis xícaras de café por dia apresentaram um risco relativo ainda menor (RR = 0,40, IC 95% = 0,22 a 0,75).


O consumo de café descafeinado também mostrou ter relação com a menor incidência de câncer de próstata mais agressivo (RR = 0,91, IC 95% = 0,83 a 1,00). Isso sugere que esses efeitos podem ser relacionados aos compostos biologicamente ativos presente no café, como os polifenóis, na proteção do risco de câncer de próstata.


“O café contém muitos compostos biologicamente ativos, incluindo os ácidos fenólicos, que têm atividade antioxidante e pode afetar o metabolismo da glicose e os níveis de hormônios sexuais. Os ácidos clorogênicos presentes no café inibem a absorção de glicose no intestino e podem alterar favoravelmente os níveis de hormônios intestinais, que afetam a resposta à insulina”, explicam os autores.


“Os homens que consumiram café regularmente tiveram um risco reduzido de câncer de próstata agressivo. Entretanto, este estudo apresenta algumas limitações. Primeiro, nós confiamos na dieta auto-referida, que é inevitavelmente imperfeita e foram avaliados somente a cada quatro anos, perdendo assim as flutuações no consumo. Essa associação deve ser estudada em outros estudos com maiores variações na ingestão de café”, concluem.

Fonte: Nutritotal

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Alimentação durante a gestação

Durante a gestação, a alimentação é de extrema importância, para que todas as necessidades nutricionais sejam supridas, não havendo falta de nutrientes importantes para a gestante para o bebê, além da nutrição adequada ser um fator que protege contra o desenvolvimento de doenças e possíveis complicações.
A diabetes gestacional, situação que pode ocorrer a qualquer momento da gestação e necessita de atenção especial para garantir a saúde da gestante e do bebê. Neste sentido, estudo foi desenvolvido para avaliar o cuidado nutricional e ganho de peso de mulheres com diabetes gestacional que cuidaram de sua ingestão alimentar. De acordo com os resultados, as mulheres com diabetes gestacional apresentaram maior consumo de alimentos a base de leite, produtos derivados de cereais, legumes e carne. Apresentaram maior consumo de proteínas, fibras, vitaminas, folato e ferro e menor ingestão de açúcares e ácidos graxos.
As mulheres com diabetes gestacional apresentaram ainda maior peso corporal no início da gravidez, mas ganharam menos peso durante a gestação. Ainda de acordo com o estudo, tais resultados sugerem que a tolerância à glicose alterada durante a gestação, incentiva as mulheres a modificar seus hábitos alimentares, havendo a escolha de alimentos mais saudáveis.
Outro estudo foi desenvolvido para analisar as fontes de informações e conhecimentos sobre alimentação durante a gestação de mulheres em idade fértil, levando em conta a idade e profissão. Apenas 4,3% das entrevistadas sabiam que os alimentos eram as melhores fontes de ferro durante a gestação e apenas 25,6% sabiam que o espinafre é boa fonte de ácido fólico. As mulheres entre 41 e 50 anos e as que realizam trabalho que requer grau universitário apresentaram melhor conhecimento da composição dos alimentos e em relação às complicações durante a gravidez, como a pré-eclâmpsia e toxoplasmose.
Os dados dos estudos evidenciam a importância das informações referentes aos cuidados nutricionais durante a gestação, destacando que o conhecimento pode levar a práticas alimentares e de saúde que contribuam para a qualidade de vida e saúde da gestante e do bebê.

Fonte: Nutrição em Pauta
Este blog tem carácter informativo. Antes de qualquer dieta, consulte um profissional Nutricionista.
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